SABERES TRADICIONAIS E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: SINAIS DE RESISTÊNCIA NO CANDOMBLÉ DO POVO BANTO EM MINAS GERAIS

Ciências Humanas

ID 168-2020
Universitários

4ª FEMIC Mais

Autores

Rodolfo de Oliveira Silva

BELO HORIZONTE, MG

Universidade do Estado de Minas Gerais

FLIPBOOK do Trabalho

O presente estudo tem como intuito compreender o diálogo entre os Saberes Tradicionais do Candomblé do Povo Banto em Minas Gerais e a Educação Ambiental (EA), já que com a contínua desvalorização desses saberes pertencentes a povos.

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REsumo Científico

A história do Brasil perpassa por diversas ações que tencionam a desvalorizar a população negra desde a cor de sua pele as suas práticas culturais, é sabido que em meados do século XV se iniciou um dos maiores períodos de migrações forçadas da história – qual denominou processo de escravidão. O presente estudo tem como intuito compreender o diálogo entre os Saberes Tradicionais do Candomblé do Povo Banto em Minas Gerais – nação cujo estudo são incipientes e que em sua cosmologia tende a cultuar as energias da natureza denominadas Mukixi (plural de Nkisi) – e a Educação Ambiental (EA), já que com a contínua desvalorização desses saberes pertencentes a povos e comunidades tradicionais ocasionam práticas de violência epistêmica e racial. Essas relações desiguais de poder, iniciadas desde o Brasil Colônia, persistem até os dias atuais, reverberando nas formas de educação produzidas ou reproduzidas, por exemplo, nas instituições escolares. Partindo da possibilidade do ato de educar em uma perspectiva etnoecológica, esse trabalho se volta para a reflexão sobre os potenciais dos saberes locais para um ensino da Educação Ambiental pautado em uma educação antirracista, libertadora e democrática, indicando então uma relação estreita e um diálogo entre Educação Ambiental e a Cultura dos Saberes Tradicionais ao se buscar a valorização de uma pluralidade epistemológica que reconheça as identidades, exemplificando-se, nesse trabalho, os processos de educação (escolar ou não) presentes em casas de Candomblé do povo Banto em Minas Gerais, especificamente em Belo Horizonte e Região Metropolitana, que são sinais de resistência.

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