A PRESENÇA FEMININA NAS PROVAS DE CIÊNCIAS HUMANAS, LINGUAGENS E REDAÇÃO DAS EDIÇÕES DO ENEM DE 2015, 2017 E 2019

Ciências Humanas

ID 381-2020
Professores e pesquisadores universitários

4ª FEMIC Mais

Autores

Vanessa Fernandes Biondini, Daniela Oliveira Ramos dos Passos

Belo Horizonte, MG

Universidade do Estado de Minas Gerais

FLIPBOOK do Trabalho

Pesquisa destinada a compreender como as atuais matrizes curriculares do ensino médio, de Ciências Humanas, Linguagens e Redação contribuem para a visibilidade feminina, além de estudar o papel do Enem e das gestões governamentais neste processo.

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REsumo Científico

Leis como a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) preveem que o ensino brasileiro seja pautado pelo pluralismo de ideias e que prepare os(as) discentes para o exercício da cidadania, o respeito à liberdade e o apreço à tolerância. No Brasil, cabe ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) verificar essas competências e as habilidades, desenvolvidas ao longo do ensino básico, imprescindíveis à vida acadêmica e ao exercício da cidadania. Ademais, por o Enem ser uma política pública, não se pode ignorar a interferência da gestão presidencialista nesse sistema, posto que, para a melhor organização política em sistemas democráticos, pressupõe-se a articulação das propostas de governo de Presidentes da República com o MEC. Por isso, esta pesquisa pretende verificar a presença da figura feminina nas provas do Enem de Ciências Humanas, Linguagens e Redação, aplicadas nos anos de 2015, 2017 e 2019, com o objetivo de localizar a existência, ou não, de conteúdos que contribuam para a visibilidade feminina; interpretar o papel do Enem nesse processo; e atestar e avaliar a possível correlação entre o que foi averiguado e as políticas de governos. Para tanto, serão realizados estudos de leis, como a BNCC e LDB, e dos conceitos de gênero, a partir de Scott (1989), Louro (1997) e Piscitelli (2009). Ainda, haverá a quantificação e a qualificação das questões de Ciências Humanas, Linguagens e Redação, do Enem de 2015, 2017 e 2019, para que se identifique, ou não, a presença de elementos que cooperem para a visibilidade feminina e se verifique a atuação dessas diferentes gestões no fornecimento de capital intelectual que dê visibilidade ao corpo social feminino. Em síntese, é importante reconhecer que legislação analisada orienta a elaboração de currículos educacionais que contemplam a diversidade. Espera-se, à frente, com as informações obtidas, estudar o comprometimento das gestões governamentais no cumprimento dessas leis.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
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