MULHERES NA CIÊNCIA EDUCAÇÃO - RESISTINDO E PROPONDO NUM TERRITÓRIO OCUPADO E MARCADO POR HOMENS BRANCOS

Ciências Humanas

ID 106-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Evellyn de Oliveira Lima
João Marcelo Ramos da Rocha(Orientador)

Dom Avelar, Bahia

Colégio Estadual Cidade de Candeias

FLIPBOOK do Trabalho

Estudo crítico sobre o espaço destinado às mulheres na academia no campo das ciências pedagógicas – comparado ao espaço destinado às mesmas na educação básica (especialmente na lida do ensino infantil e fundamental).

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REsumo Científico

Quando o assunto educação é pautado, quase todos nós (envolvidos na temática) já ouvimos falar de Paulo Freire, Piaget, Vygotsky, John Dewey e Anísio Teixeira. Todos homens, brancos e vindos da academia. De Anne Sulivan, Hannah Arendt, Nise Floresta e Maria Montessori, mulheres quase sempre vindas do chão da sala, poucos de nós conhecemos – e quando tomamos conhecimento, não na mesma intensidade que os primeiros. As mulheres, apesar disso, são a maioria quando o assunto é educação básica. Oito de cada dez professores são professoras. Por que no debate acadêmico a mesma proporcionalidade não se revela? Este trabalho objetiva compreender porque não é dado às educadoras (teóricas) mulheres o mesmo tratamento, de protagonismo e relevância, atribuído aos educadores homens no debate acadêmico da ciência educação; e pesquisar mulheres que contribuíram para a ciência educação. O trabalho tem caráter exploratório e se desenvolveu de forma qualitativa e quantitativa, bibliográfica e experimental. Uma ampla revisão teórica sobre a temática “mulheres na educação” foi realizada. Dados estatísticos, pesquisas anteriores, artigos científicos, vídeos e matérias de jornal foram consultadas. Tudo foi detalhadamente registrado num diário de bordo e debatido com o orientador e o grupo independente de iniciação à pesquisa Sociedade dos Poetas Mortos. Na Ciência Educação, assim como em toda a sociedade contemporânea, às mulheres é destinado papel secundário: a posição marginalizada de ocupar e trabalhar nas salas de aula cheias, 40 horas por dia, recebendo um ou dois salários mínimos. Aos homens, papel de destaque: O debate intelectual nas Universidades e grandes centros. Tudo decorrência de um histórico processo de negação de direitos e acesso à educação a elas. As mulheres precisaram lutar – e muito – para serem reconhecidas como seres humanos, de mesmo valor ao dos homens, dotadas de vontades, desejos e potencial intelectual e físico.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
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