EXTRAÇÃO DE INDICADORES ÁCIDO-BASE NATURAIS A PARTIR DE FLORES COMUNS NA ZONA DA MATA PERNAMBUCANA

Ciências Exatas e da Terra

ID 54-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Gilmere Barbosa da Silva
Alice Nercina da Silva Souza
Rodrigo da Silva Santo
Leandro Severino de Oliveira (orientador)
Regiana Estevam da Silva (coorientadora)

Timbaúba, Pernambuco

Escola de Referência em Ensino Médio Professor José Mendes da Silva

FLIPBOOK do Trabalho

Produziu-se extratos indicadores a partir de flores comuns na região citada para suprir a falta de reagentes sintéticos na escola, com o intuito de usá-los nas aulas experimentais de Química com as turmas do 1° ano do ensino médio da nossa escola

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REsumo Científico

Indicadores são substâncias capazes de mudar de cor dependendo das características físico-químicas da solução/substância na qual estão em contato. Existem diversos indicadores, de origem natural ou sintética, que são empregadas em procedimentos experimentais nos laboratórios de ciências. Entendendo que nem sempre escolas públicas tem acesso a laboratórios equipados ou a indicadores sintéticos, o presente trabalho segue em desenvolvimento com o objetivo de extrair substâncias presentes em flores comuns da região, que possuam indicar em meio ácido e básico e utilizar tais extratos em aulas de Química Experimental. O desenvolvimento do projeto se deu com estudantes do 2° ano (2019) do Ensino Médio da referida Escola. O procedimento se deu em cinco etapas. A primeira aconteceu com a compreensão dos conhecimentos de Biologia em relação a taxonomia de plantas e de Química no preparo de soluções em aulas convencionais. Em horários de estudo dirigido houve uma revisão dos conceitos das teoria ácido-base. Após isso iniciou-se a etapa de colheita das flores comuns e suas classificações taxonômicas preparando-as para um futuro catálogo, caso se encontrasse nelas propriedades. A terceira etapa desenrolou-se na produção dos extratos, em laboratório, das flores escolhidas. A extração se deu pela imersão das flores em etanol (95%) e subsequente pulverização em almofariz de porcelana. Os extratos foram, então, filtrados e armazenados. Por fim, foram preparadas soluções de ácido acético e hidróxido de sódio e postas em contato com os extratos para averiguação da possibilidade de mudança de cor na presença dos diferentes meios. Foi observado que das seis flores colhidas, apenas três apresentaram indicação frente a mudança de pH, a saber, Bougainvillea; Canna indica Jasminum officinale. A duas primeiras mostraram mudança na coloração em meio ácido (rosa/avermelhado) e básico (amarelado/esverdeado). A jasminum, por sua vez, só apresentou mudança em meio básico (amarela).

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
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