MEMÓRIAS E NARRATIVAS DO POVO PATAXÓ

Ciências Humanas

ID 131-2020
Universitários

4ª FEMIC Mais

Autores

Maria Clara Fernandes Rarez e Karla Cunha Pádua

Belo Horizonte, MG

Universidade do Estado de Minas Gerais

FLIPBOOK do Trabalho

Nosso trabalho tem como objetivo compreender e estimular a memória territorial do povo Pataxó e, a partir disso, construir materiais interculturais e colaborativos que ampliem e proporcionem o diálogo entre diferentes culturas dentro do meio escolar.

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REsumo Científico

Este trabalho é o recorte de uma pesquisa que tem como objetivo compreender e estimular a memória territorial do povo Pataxó, a partir da análise de narrativas orais acerca dos caminho percorridos pelo território entre a Bahia e Minas Gerais, na área conhecida como Atlântico Leste.  Busca mapear lugares da paisagem e referências culturais e cosmológicas que ligam os indígenas Pataxó a seus antepassados; desenvolver materiais didático-pedagógicos que possam ampliar nossa compreensão dos modos indígenas de produção de territorialidade; proporcionar a discussão da temática das histórias e culturas indígenas nos cursos de formação de professores. A metodologia utilizada no trabalho foi a realização de entrevistas narrativas com dois professores (as) da aldeia Muã Mimatxi, localizada em Itapecerica-MG, como recursos para o registro da memória e a valorização dos conhecimentos e saberes tradicionais. Também foi utilizada a pesquisa bibliográfica, onde reunimos materiais teóricos que contribuíram para o desenvolvimento de leituras e fichamentos. O registro e análise das narrativas orais foram fundamentais para a construção de um quadro sinóptico, com as palavras-chaves e categorias de análises retiradas das entrevistas. Este quadro norteou a redação de textos sobre os caminhos percorridos pelos entrevistados (as), em sua primeira viagem de Barra Velha-BA para Minas Gerais. Devido ao cenário pandêmico que estamos vivenciando, não foi possível realizar novas entrevistas para o aprofundamento do tema, porém, as entrevistas realizadas nos permitiram conhecer algumas referências e lugares de memória, tais como algumas aldeias, cidades, rios e serras, assim como problematizar o conceito de migração. Pretendemos realizar futuramente oficinas de cartografia participativa com a finalidade de construir mapas com essas referências a fim de orientar o trabalho na escola indígena a partir do conhecimento e narrativas orais desses caminhos percorridos pelo território.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

É proibida a reprodução, a distribuição, a transmissão, a exibição, a publicação ou a divulgação, total ou parcial, sem prévia e expressa autorização dos autores e a FEMIC – Feira Mineira de Iniciação Científica.


Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
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