ID 304-2020 O CORPO NA ROTINA ESCOLAR - IMPACTOS E REFLEXÕES DURANTE A PANDEMIA DA COVID-19

Ciências Humanas

ID 304-2020
Universitários

4ª FEMIC Mais

Autores

Juliana Silveira de Freitas, Ana Paula Machado e Jennifer Vaz Barcelar Ferreira Gomes da Silva

Belo Horizonte, MG

Universidade do Estado de Minas Gerais

FLIPBOOK do Trabalho

Buscando compreender a dificuldade de se lidar com as práticas corporais na escola, o grupo objetivou uma investigação a respeito do papel conferido ao corpo na história da educação.

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REsumo Científico

Em dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que o mundo passa por uma situação de “pandemia” de coronavírus. Instituições escolares de todo o mundo se viram obrigadas, repentinamente, a fecharem suas portas e traçarem um plano emergencial para que os alunos não ficassem sem aulas O corpo precisou ser repensado, pois antes se passava horas a fio sentado em uma carteira em uma sala predeterminada e agora, para as aulas online, esse aluno está, de certa forma, mais “livre” para escolher sua acomodação. Através de vivências em estágios, podemos acompanhar uma escola municipal que está fornecendo atividades diariamente aos seus alunos através do “WhatsApp”. Porém, os alunos não são levados a realizarem nenhuma prática corporal ou artística, escancarando a hierarquização dos saberes escolares e deslegitimando tais áreas como sendo importantes na formação integral dos sujeitos. Buscando compreender essa dificuldade de se lidar com as práticas corporais na escola frente aos desafios impostos pela pandemia, um ponto de partida deve ser pensado partindo do papel conferido ao corpo na história da Educação, sendo a escola um local de negação da corporeidade nos processos de aprendizagem, objetivando um corpo imóvel, dócil, quieto e obediente. Por vezes, as práticas corporais na Escola são vivenciadas somente durante as aulas de Educação Física. Sobre isso, há também muito o que se discutir sobre essa disciplina na Escola pois, muitas vezes, ela ocupa um papel de “lazer” ou é oferecida como forma de “barganha” aos alunos que têm bom comportamento. Discutir sobre a corporeidade na escola, sobretudo nesse momento de pandemia vivenciado é de suma importância para se compreender e ampliar os debates desse campo de saber, perspectivando um olhar sensível para repensar em práticas pedagógicas que corporifiquem a experiência de ensino aprendizagem.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
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