POTENCIAL FUNGITÓXICO DE DIFERENTES EXTRATOS VEGETAIS SOBRE O DESENVOLVIMENTO DO FITOPATOGENO CAUSADOR DA ANTRACNOSE EM FRUTOS DE BANANEIRA - FASE IV

Ciências Biológicas

ID 227-2020
Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Ana Carolina Gonçalves Selva, Dionéia Schauren (Orientadora)

Toledo, PR

Colégio Estadual Jardim Porto Alegre

FLIPBOOK do Trabalho

O projeto consiste em buscar o controle ou até mesmo inibição do fungo causador da antracnose em frutos de bananeira, utilizando um controle alternativo, como os extratos vegetais, visando a redução do uso de agroquímicos.

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REsumo Científico

Sendo a segunda fruta na preferência do consumidor brasileiro, a banana possui uma boa aceitação que se deve aos seus aspectos sensoriais e ao seu valor nutricional. A antracnose é uma doença causada por fungos do gênero Colletotrichum e que ataca todos os órgãos da parte aérea, causando apodrecimento nas folhas, frutas e órgãos reprodutivos. As perdas da colheita de banana são estimadas entre 40% e 50% de seis milhões de toneladas métricas e a maioria delas são causadas por doenças pós-colheita. Como os pesquisadores estão procurando alternativas para agroquímicos, respostas consistentes de métodos alternativos surgiram. Deste modo objetivou-se avaliar a eficiência de diferentes extratos vegetais preparados separadamente com folhas in natura de coroa de cristo, arruda, cebolinha, camará, esponjinha vermelha e duas espécies de cipreste. Os extratos foram aplicados com duas metodologias diferentes. Sendo uma aplicada no dia de preparo e outra após sete dias armazenados em ambiente sem incidência de luz. Os controles alternativos foram diluídos em meio de cultura BDA. O fungo C. musae foi repicado nas placas, as quais foram alocadas em BOD. Os dados obtidos do diâmetro micelial após seis dias de incubação foram submetidos ao teste de médias de Scott-Knott a 5% de significância. Os resultados obtidos foram que os extratos mais indicados para o controle do fungo são de Cipreste-Italiano, e Cipreste-da-Califórnia, pois os mesmos se mostraram eficazes em todas as concentrações (5,10,15 e 20gL-1) e metodologias testadas.

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
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