INCIDÊNCIA DE ANOMALIAS CONGÊNITAS NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ

Ciências da Saúde

ID 278-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental

4ª FEMIC Jovem

Autores

Júlia Bonilha Sarah Nachbal de Oliveira, Rafael Chioquetti de Lima, Clarissa Scolastici Basso (Orientadora), Milena Rodrigues de Camargo (Coorientadora)

Jundiaí, SP

Colégio Degraus

FLIPBOOK do Trabalho

O projeta é um estudo sobre a influencia da exposição ocupacional à agentes químicos durante a gestão à maior risco de ma formações. congênitas.

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REsumo Científico

Anomalia congênita é definida como qualquer anormalidade estrutural ou funcional que está presente ao nascimento. As anomalias congênitas são de origem pré-natal e podem ter diversas causas, dentre elas as genéticas exclusivas, as parcialmente genéticas , as não-genéticas (ambiental, deficiência de micronutrientes, infecções .) ou causas desconhecidas. A possibilidade de aparecimento de malformações em recém-nascidos, cujas mães se expuseram a agentes ambientais, é relativamente bem conhecida. Entretanto, muito pouco se sabe das consequências de uma exposição continua a agentes químicos ocupacionais. O objetivo do presente estudo foi avaliar a influência da ocupação da mãe sobre incidência de anomalias congênitas no município de Jundiaí. A análise foi realizada com base de dados coletados do DATASUS do Ministério da Saúde: https://datasus.saude.gov.br/. Foram identificadas 92 anomalias congênitas no total, sendo que em quarenta e oito delas as mães estavam expostas a agentes químicos em ocupações. Contaminantes químicos são “todos os agentes químicos presentes no local de trabalho, suscetíveis de provocar efeitos adversos (doenças e acidentes de trabalho) nos trabalhadores expostos. “Em qualquer atividade onde se utilize ou onde os trabalhadores possam estar expostos a agentes químicos perigosos, poderá haver risco para a saúde” e esses englobam os produtos de uso doméstico. Por ser produtos comuns em residências muitas vezes as gestantes podem negligenciar os cuidados com o seu uso, se expondo a eles durante a gestação. Isso poderia explicar o número predominante de domésticas e faxineiras com filho com anomalias congênitas. Por outro lado, o grande número dessa ocupação na população brasileira pode interferir nessa incidência. Assim, a avaliação da incidência de anomalias quando comparada à atividade profissional das gestantes, sugerem que mães expostas a agentes químicos ocupacionais durante a gestação têm maior risco de gerar filhos com anomalias congênitas.

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
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