A INFLUÊNCIA DO USO INDISCRIMINADO DAS REDES SOCIAIS E SUA RELAÇÃO COM A DEPRESSÃO EM ADOLESCENTES

Ciências Humanas

ID 491-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Gabrielly Andrade Rodrigues
Pedro Rabello Paes de Andrade (Orientador)
Felipe Vitório Lucero (Coorientador)

Campo Grande, Mato Grosso do Sul

Escola Estadual Dolor Ferreira de Andrade

FLIPBOOK do Trabalho

Este projeto de pesquisa visa identificar como os adolescentes podem desencadear problemas de saúde mental – principalmente a depressão – utilizando as redes sociais de maneira indiscriminada, ou seja, excessiva e prejudicial.

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REsumo Científico

Marcado pela existência de muitos conflitos internos, o processo de adolescer é compreendido como um período muito vulnerável para o desenvolvimento de problemas mentais. Tais conflitos, quando mal conduzidos, podem contribuir para o surgimento de transtornos do humor – em particular, da depressão. Paralelamente à última revolução tecnológica, que trouxe mais recentemente consigo as mídias sociais, houve um aumento de 27,2% na taxa de suicídio entre os jovens no Brasil entre 1980 e 2014. Neste contexto, observamos que a dependência da utilização dos smartphones, tão viciantes quanto máquinas caça-níqueis, parece estar intimamente ligada ao uso indiscriminado das redes sociais. Assim, este projeto de pesquisa visa identificar como os adolescentes podem desencadear problemas de saúde mental – principalmente a depressão – utilizando as redes sociais de maneira indiscriminada, ou seja, excessiva e prejudicial. A metodologia utilizada para a produção deste artigo científico é quantitativa e correlacional, buscando a presença de sintomas que possam levar futuros estudos a estabelecer relações entre o uso indiscriminado das redes sociais e a depressão em adolescentes. Convém alertar que a pesquisa foi realizada em período de quarentena por causa da pandemia da Covid-19, o que pode ajudar no desencadeamento de sintomas depressivos, principalmente em função da privação do convívio escolar. Porém, com os resultados obtidos até o momento, não podemos afirmar que observamos grande influência do uso indiscriminado das redes sociais no desenvolvimento de sintomas depressivos nos adolescentes.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

É proibida a reprodução, a distribuição, a transmissão, a exibição, a publicação ou a divulgação, total ou parcial, sem prévia e expressa autorização dos autores e a FEMIC – Feira Mineira de Iniciação Científica.


Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
contato@femic.com.br

3 COMENTÁRIOS

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