NISE DA SILVEIRA: PSIQUIATRIA E HUMANIZAÇÃO ROMPENDO PRÁTICAS.

Ciências Humanas

ID 320-2020
Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Lorena Ranchel Marques Ferraz, Gustavo Hairon Oliveira Caires, Pedro Luca Ferreira Gomes, Jacqueline de Oliveira Santos (Orientadora), Érica Alexsandra Silveira Ferreira (Coorientadora)

Porteirinha, MG

Escola Estadual Miguel José da Cunha

FLIPBOOK do Trabalho

Esse estudo destaca a luta da psiquiatra Nise da Silveira para humanizar o tratamento psiquiátrico, propor uma nova forma de lidar com os transtornos mentais e contribuir para a compreensão de problemas psiquiátricos e inclusão.

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REsumo Científico

A pesquisa apresentada descreve a luta da psiquiatra Nise da Silveira para romper com os métodos de tratamento da psiquiatria tradicional de sua época e seus atos para humanizar o tratamento psiquiátrico. São objetivos deste estudo: apontar como Nise propôs uma nova forma de lidar com os transtornos mentais, principalmente a esquizofrenia; apresentar o contexto histórico em que ela viveu e as limitações que encontrou para a realização de suas ações e descrever como alguns autores influenciaram a sua obra e as suas experiências políticas e como isso interferiu na sua vida. A metodologia envolveu uma pesquisa bibliográfica, desenvolvida por meio do estudo de livros, artigos publicados em periódicos e também de outros textos, tais como dissertações e teses. As ideias foram primeiro organizadas por temáticas, fontes de pesquisa e cronologia para, posteriormente, construir o relatório final. Constatou-se que antes de Nise os transtornos psicológicos e, especificamente a esquizofrenia, eram tratados de uma forma desumana, inclusive através de eletrochoques e lobotomia, e que por meio de suas ações, seus estudos e experimentos foram essenciais para confrontar os métodos e mudar posturas. Concluímos, assim, que este estudo é de extrema importância, pois enaltece os feitos de Nise, enquanto mulher e psiquiatra, apresenta a evolução da psiquiatria no Brasil e como as atitudes de uma profissional e pesquisadora contribuíram para a qualidade de vida das pessoas na atualidade. Ela foi revolucionária e transformadora, seu posicionamento nos mostrou que devemos lutar contra opiniões e ideias generalizadas para ampliar direitos e respeito por todas as pessoas, bem como para criar maiores condições para a inclusão. Esse estudo também demostrou várias possibilidades para o empoderamento feminino, que apesar de vivermos em um outro contexto histórico, a sociedade atual apresenta traços machistas.

Para qualquer dúvida, envie um email para os autores

É proibida a reprodução, a distribuição, a transmissão, a exibição, a publicação ou a divulgação, total ou parcial, sem prévia e expressa autorização dos autores e a FEMIC – Feira Mineira de Iniciação Científica.


Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
contato@femic.com.br

3 COMENTÁRIOS

  1. Em um cenário de desmamche da saúde pública, temos que refletir sobre nosso papel como cidadão. Aprwnder a lutar por direitos , contra preconceito. Muito interessante o tema.

  2. Pertinente a discussão sobre a saúde mental, principalmente diante de uma possível revogação de portarias que são importantes para esses pacientes e seus familiares. Lutemos!!!

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