ELABORAÇÃO DE INDICADORES DE PREVALÊNCIA SOCIAL (IPS) PARA REDEFINIÇÃO DO RASTREAMENTO ONCOMASTOLÓGICO NO SUS NA CIDADE DE SÃO PAULO - FASE II

Ciências Sociais Aplicadas

ID 143-2020
Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Maria Luisa de Oliveira Collino Antiga, Natália Moraes Ferreira, Julia Pereira Lima, Ednilson Aparecido Quarenta (orientador)

São Paulo, SP

Escola Lourenço Castanho

FLIPBOOK do Trabalho

Projeto de elaboração de indicadores de prevalência social para averiguação da vulnerabilidade da mulher em tratamento mastológico na cidade de São Paulo, a partir da análise estatística dos dados de 201 entrevistas com pacientes em tratamento.

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REsumo Científico

Esta pesquisa trata da elaboração de indicadores de prevalência social a partir do perfil das mulheres em tratamento mastológico na cidade de São Paulo. Por meio de características intrínsecas e extrínsecas compreendemos as vulnerabilidades dentro do SUS. Verificamos as indicações relativas à idade para o rastreamento do câncer de mama – dos 50 anos aos 69. Mas, nos estudos da American Cancer Society a indicativa é de 45 anos: o que diverge da OMS e do Ministério da Saúde. Assim iniciamos um trabalho de campo no Ambulatório de Mastologia e Ginecologia do Hospital São Paulo. Elaboramos um questionário que identificava a idade da primeira mamografia, a descoberta do câncer e aspectos sociais, realizando 201 entrevistas com pacientes em tratamento de câncer. Iniciamos um trabalho estatístico, reconhecendo a faixa etária de descoberta da neoplasia. Através do teste t de student, atestamos com 92,5% de confiança que a média de idade era menor que 50 anos e intervalo de confiança de 46 a 49 anos. Quanto às categorias sociais, identificamos que a maioria é branca, ensino fundamental incompleto, renda per capita menor que um salário mínimo, mora na Zona Sul, descoberta do câncer pela mamografia e paciente das UBSs. Sobre os fatores extrínsecos, cotejamos com o Índice Paulista de Vulnerabilidade Social, determinando a esperança (conceito estatístico para valor esperado) de mulheres que estavam em vulnerabilidades alarmantes, sendo 28% delas. Desta forma, elaboramos indicadores de prevalência social para averiguação da vulnerabilidade de cada mulher, destacando as diferentes classes, zonas da cidade e rendas. Ou seja, os indicadores foram criados a partir das informações que as entrevistadas nos deram (fatores intrínsecos) e das informações sociais da cidade (fatores extrínsecos), por meio do teste estatístico Chi Quadrado, criando o indicador de prevalência social (IPS), que identifica quais mulheres são mais vulneráveis, auxiliando na elaboração de políticas públicas.

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