INVESTIGAÇÃO SOBRE AS PANC’S ENCONTRADAS EM RESERVAS AMBIENTAIS URBANAS

Ciências Biológicas

ID 390-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental

4ª FEMIC Jovem

Autores

Clara Cristina de Oliveira, Maria Julia Rodrigues Freitas, Marcelle Alessandra Rabelo, Keyme Gomes Lourenço (Orientadora), Youry Souza Marques (Coorientadora), Maísa Gonçalves da Silva (Coorientadora)

Uberlândia, MG

ESCOLA DE EDUCAÇÃO BÁSICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

FLIPBOOK do Trabalho

Vocês conhecem as PANC? Plantas Alimentícias não convencionais. O cerrado é cheio dessas plantas que são alimentos!! Temos um mapa com várias delas, com informações, curiosidades. A tecnologia diminuindo distancias! Conhece Araticum? Orapronobis?

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REsumo Científico

Atualmente, “PANC” é um termo muito utilizado quando se discute preservação, bioeconomia e sustentabilidade. PANC, sigla para “plantas alimentícias não convencionais”, criada em 2008 por Kinupp, para referir-se as plantas alimentícias que não são comumente utilizadas pela população e muitas vezes consideradas e encaradas como matos ou ervas-daninhas. Entretanto, há várias espécies de plantas nativas do bioma cerrado que podem servir de alimento para os seres humanos e fornecer quantidades significativas de macro-micronutrientes, além de vitaminas essenciais, carboidratos, proteínas, etc. O objetivo desta revisão é elencar quais as PANC do cerrado mais evocadas em artigos publicados sobre este assunto. Para isso, buscamos artigos publicados em anais de eventos a partir de 2011 que continham nas palavras-chaves sentenças que se relacionam às temáticas de etnobotânica, sustentabilidade, alimentação, cerrado e preservação. As principais bases de estudos utilizadas foram os acervos dos eventos: Congresso-Brasileiro-de-Agroecologia e do Congresso-Nacional-de-Botânica. Após as leituras elencamos as dez plantas que mais apareceram nos textos: Araticum-do-Campo; Azedinha;Caruru; Cereja-do-Cerrado; Jarrinha; Mama-cadela; Marmelada-de-cachorro; Ora-pro-nóbis; Pimenta-de-Macaco; e Taioba. A maioria das plantas são nativas do Cerrado e são essenciais para as relações ecológicas da área que vivem. A inclusão de PANCs na alimentação é considerada como a “revolução-dos-alimentos”, pois seu consumo contribui com a preservação, seu cultivo não exige intervenções no meio, uso de agrotóxicos, tratamento de solo e aplicação de insumos, indo contracorrente às práticas de grandes monoculturas, que reduzem áreas verdes, contaminam solos e destroem a biodiversidade. O presente estudo revela a credibilidade que a utilização das PANCs vem recebendo dos pesquisadores, permitindo trocas entre os conhecimentos botânicos e o conhecimento popular, principal fonte de informação sobre utilização e c

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