UTILIZAÇÃO DE NANOPARTÍCULAS MAGNÉTICAS NA REMOÇÃO DE PETRÓLEO DERRAMADO

Ciências Exatas e da Terra

ID 62-2020
Anos Finais do Ensino Fundamental Ensino Médio/Técnico

4ª FEMIC Jovem

Autores

Ana Caroline Nasaro de Oliveira
Júnia Ciríaco de Castro
Rosana Aparecida Ferreira Nunes (orientadora)

Timóteo, Minas Gerais

Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais

FLIPBOOK do Trabalho

Utilização de nanopartículas magnéticas para remoção de petróleo derramado é um trabalho que tem como objetivo desenvolver uma alternativa eficaz e viável em prol da sustentabilidade do planeta. Visando contribuir com os ODS propostos pela ONU.

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REsumo Científico

Desde os tempos mais primórdios o homem vem fazendo diversas alterações na natureza em prol de sua sobrevivência e melhora das condições de vida. As fontes não renováveis são exploradas significativamente, trazendo diversos impactos a fauna e a flora.  Episódios de contaminação ambiental devido ao derramamento de petróleo nos mares e oceanos são recorrentes, causando graves danos ao ecossistema e à economia. Em função disso, faz-se necessária a busca de novas soluções para minimização de tais impactos. Uma dessas técnicas que se encontra em ascensão atualmente é a nanotecnologia. Esta ciência se baseia na manipulação de sistemas funcionais a uma escala atômica e molecular, composta por estruturas em escala nanométrica (nm). Associada ao magnetismo, esta pode ser uma técnica copiosamente importante na recuperação ambiental.  Neste contexto, este trabalho teve por objetivo apresentar parte do desenvolvimento de uma nova proposta para retirar petróleo derramado de ecossistemas aquáticos. Ela se baseia na utilização de nanopartículas magnéticas de magnetita e no auxílio de um ímã de neodímio. Para isso, foram realizados testes em laboratório para a formação das nanopartículas. O procedimento utilizou reagentes caseiros, formando Ferro II, Ferro III e obtendo como produto a magnetita (tetróxido de triferro). Esta, possibilitou a magnetização do petróleo. Os resultados até o momento mostraram a viabilidade econômica da técnica proposta, inclusive através da comparação com outros métodos tradicionais. Pretende-se ainda realizar testes com diferentes amostras de petróleo em prol de estabelecer um padrão comparativo. Desta forma, espera-se sanar o problema supracitado e contribuir com a sustentabilidade do planeta, visando atingir ao menos um dos dezessete objetivos para transformar nosso mundo, de acordo com a iniciativa das Organizações das Nações Unidas (ONU).

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Coordenação geral: Fernanda Aires Guedes Ferreira
Vice Coordenação: Larissa Amaral Diniz Tomaz
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